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Rev Bras Enferm
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reben
Revista Brasileira de Enfermagem
0034-7167
1984-0446
Associação Brasileira de Enfermagem

10.1590/0034-7167.2024770601
00100
Editorial
Brazilian National Palliative Care Policy: reflections based on the 2030 Agenda for Sustainable Development
https://orcid.org/0000-0001-9793-7905
Garcia Ana Cláudia Mesquita I
https://orcid.org/0000-0001-9847-6645
Isidoro Geovanna Maria I
I Universidade Federal de Alfenas. Alfenas, Minas Gerais, Brazil
Corresponding author : Ana Cláudia Mesquita Garcia, E-mail: ana.mesquita@unifal-mg.edu.br
23 9 2024
2024
77 6 e77060111 7 2024
20 8 2024
https://creativecommons.org/licenses/by/4.0/ This is an Open Access article distributed under the terms of the Creative Commons Attribution License, which permits unrestricted use, distribution, and reproduction in any medium, provided the original work is properly cited.
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pmcThe 2030 Agenda for Sustainable Development, an action plan for people, planet and prosperity, is a global action plan adopted by representatives of all 193 United Nations Member States, meeting at United Nations Headquarters, in New York, from September 25 to 27, 2015. By achieving 17 sustainable objectives, the Agenda aims to promote sustainable development that takes into account not only economic aspects, but also social and environmental ones. Among the Agenda’s objectives, the third indicates the need to ensure a healthy life and promote well-being for all at all ages. Through the goals proposed to achieve this objective, the imperative of seeking significant improvements in healthcare service provision stands out, especially in challenging contexts, such as developing countries. In line with these goals, the need to substantially increase health financing and strengthen the recruitment, development, training and retention of healthcare professionals stands out, with a special focus on regions with limited resources. Effective implementation of this goal is crucial to ensuring that all people, regardless of their location or economic background, have access to adequate healthcare.

In the context proposed by the third goal of the 2030 Agenda for Sustainable Development and its respective goals, an important event that recently occurred in the history of Brazilian public health policies stands out: the approval of the Brazilian National Palliative Care Policy by the Ministry of Health. On 31st 2018, Resolution 41 was published, which provides guidelines for the organization of palliative care (PC), in light of integrated continued care, within the scope of the Brazilian Health System (SUS - Sistema Único de Saúde)(1). In December 2023, during a meeting of the Tripartite Intermanagers Commission, the creation of the Brazilian National Palliative Care Policy received approval from the Ministry of Health. Then, on May 22, 2024, Ordinance MO/MoH 3,681 of May 7, 2024, which establishes the Brazilian National Palliative Care Policy - within the scope of the SUS (PNCP-SUS - Política Nacional de Cuidados Paliativos - no âmbito do SUS), was published(2). PNCP-SUS reflects the commitment to ensuring a healthy life and promoting well-being for everyone, at all ages, by recognizing the importance of providing dignified and compassionate care to people with serious illnesses that significantly impact quality of life.

According to the World Health Organization (WHO), PC are intended to improve the quality of life of patients and their families in the face of potentially fatal diseases, through the prevention and relief of biopsychosocial and spiritual suffering, through early identification, correct assessment and treatment of pain and other distressing symptoms(3). PC is holistic and active care, aimed at individuals of all ages who are experiencing serious suffering related to their health condition (especially those who are close to the end of life), with the aim of improving quality of life of patients, family and caregivers(4). According to a study carried out on the quality of care provided at the end of life in several countries, Brazil ranked 79th in a sample of 81 countries, which indicates the precariousness of end-of-life care in the country(5). The authors state that financial restrictions, lack of recognition of the importance of this care, lack of national strategies for implementing PC, limited integration of PC into the country’s health system and, mainly, the lack of investment in the area are factors that affect the supply of quality PC(5).

Increasing investment in health is an essential step to ensuring that the population has access to adequate care at all stages of life. PC requires financial resources to guarantee quality assistance, covering trained professionals, medications, equipment and adequate infrastructure. By increasing health financing, developing countries can allocate specific resources to PC programs, ensuring that these services are accessible to all, regardless of their socioeconomic status. Hence, what is already foreseen in Resolution 41 of 2018 stands out, indicating that financing for the organization of PC must be the subject of a tripartite agreement, observing the planning and organization of continued care integrated in the Health Care Network (RAS - Rede de Atenção à Saúde)(1).

Furthermore, PC requires a multidisciplinary and multidisciplinary team. The recruitment, development and training of such professionals are vital factors in ensuring that there is a qualified workforce capable enough to deal with the complexities of the PC approach. In this regard, continuous training of healthcare professionals, especially in the neediest areas, is crucial for the adequate provision of PC to the population. In accordance with guidelines for the organization of PC in SUS, it is necessary to promote the institution of PC disciplines and programmatic contents in undergraduate and specialization education for healthcare professionals, offering permanent education in PC for health workers in SUS(1). PNPC-SUS will include actions to encourage education in PC with incentives for the training and continuing education of RAS professionals(2). In addition to access to adequate training, creating attractive working conditions and offering continuous development opportunities can improve the retention of healthcare professionals, ensuring sustainable PC provision.

Investing in PC demonstrates commitment to promoting the well-being and quality of life of the population, aligning with the 2030 Agenda fundamental principles, favoring an environment conducive to the establishment of effective care systems. PNCP-SUS is a concrete step towards the 2030 Agenda goals, as it recognizes the critical importance of humanized care and comprehensive care in challenging health situations.

10.1590/0034-7167.2024770601pt
Editorial
Política Nacional de Cuidados Paliativos: reflexões a partir da Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável
https://orcid.org/0000-0001-9793-7905
Garcia Ana Cláudia Mesquita I
https://orcid.org/0000-0001-9847-6645
Isidoro Geovanna Maria I
I Universidade Federal de Alfenas. Alfenas, Minas Gerais, Brasil
Autor Correspondente : Ana Cláudia Mesquita Garcia, E-mail: ana.mesquita@unifal-mg.edu.br
A Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável, um plano de ação para as pessoas, para o planeta e para a prosperidade, é um plano de ação global adotado por representantes de todos os 193 Estados-Membros das Nações Unidas, reunidos na sede das Nações Unidas, em Nova York, de 25 a 27 de setembro de 2015. Por meio do alcance de 17 objetivos sustentáveis, a Agenda visa promover um desenvolvimento sustentável que leve em consideração não apenas aspectos econômicos, mas também sociais e ambientais. Entre os objetivos da Agenda, o terceiro indica a necessidade de assegurar uma vida saudável e promover o bem-estar para todos em todas as idades. Por meio das metas propostas para o alcance deste objetivo, nota-se a imperatividade da busca por melhorias significativas na prestação de serviços de saúde, especialmente em contextos desafiadores, como nos países em desenvolvimento. De acordo com tais metas, destaca-se a necessidade de aumentar substancialmente o financiamento da saúde e fortalecer o recrutamento, desenvolvimento, formação e retenção de profissionais de saúde, com foco especial em regiões com recursos limitados. A implementação efetiva dessa meta é crucial para garantir que todas as pessoas, independentemente de sua localização ou contexto econômico, tenham acesso a cuidados de saúde adequados.

No contexto proposto pelo terceiro objetivo da Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável e suas respectivas metas, destaca-se um importante acontecimento ocorrido recentemente na história das políticas públicas brasileiras de saúde: a aprovação da Política Nacional de Cuidados Paliativos pelo Ministério da Saúde. Em 31 de 2018, foi publicada a Resolução nº 41, que dispõe sobre as diretrizes para a organização dos cuidados paliativos (CP), à luz dos cuidados continuados integrados, no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS)(1). Em dezembro de 2023, durante reunião da Comissão Intergestores Tripartite, a criação da Política Nacional de Cuidados Paliativos recebeu o aval do Ministério da Saúde. Então, em 22 de maio de 2024, foi publicada a Portaria GM/MS nº 3.681, de 7 de maio de 2024, que institui a Política Nacional de Cuidados Paliativos - no âmbito do SUS (PNCP-SUS)(2). A PNCP-SUS reflete o compromisso de assegurar uma vida saudável e promover o bem-estar para todos, em todas as idades, ao reconhecer a importância de proporcionar assistência digna e compassiva às pessoas com doenças graves que impactam significativamente a qualidade de vida.

De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), os CP destinam-se a melhorar a qualidade de vida dos pacientes e de seus familiares diante de doenças potencialmente fatais, por meio da prevenção e alívio do sofrimento biopsicossocial e espiritual, através da identificação precoce, correta avaliação e tratamento da dor e de outros sintomas angustiantes(3). Os CP são cuidados holísticos e ativos, destinados aos indivíduos de todas as idades que estão vivenciando sofrimento grave relacionado ao seu quadro de saúde (especialmente os que estão próximos do fim de vida), com o objetivo de melhorar a qualidade de vida dos pacientes, familiares e cuidadores(4). De acordo com estudo realizado sobre a qualidade dos cuidados prestados em fim de vida em diversos países, o Brasil assumiu a 79ª posição do ranking em uma amostra de 81 países, o que indica a precariedade dos cuidados de fim de vida no país(5). Os autores afirmam que as restrições financeiras, falta de reconhecimento sobre a importância desses cuidados, falta de estratégias nacionais para efetivação dos CP, integração limitada dos CP no sistema de saúde do país e, principalmente, a falta de investimento na área são fatores que afetam a oferta de CP de qualidade(5).

O aumento do investimento na saúde é um passo essencial para garantir que a população tenha acesso a cuidados adequados em todas as fases da vida. Os CP demandam recursos financeiros para garantir uma assistência de qualidade, abrangendo profissionais treinados, medicamentos, equipamentos e infraestrutura adequada. Ao aumentar o financiamento da saúde, os países em desenvolvimento podem destinar recursos específicos para programas de CP, assegurando que esses serviços estejam acessíveis a todos, independentemente de sua condição socioeconômica. Nesse sentido, destaca-se o já previsto na Resolução nº 41 de 2018, indicando que o financiamento para a organização dos CP deverá ser objeto de pactuação tripartite, observando o planejamento e a organização dos cuidados continuados integrados na Rede de Atenção à Saúde (RAS)(1).

Ainda, os CP exigem uma equipe multiprofissional e multidisciplinar. O recrutamento, o desenvolvimento e a formação de tais profissionais são fatores vitais para garantir que haja uma força de trabalho qualificada e suficientemente capaz para lidar com as complexidades da abordagem dos CP. Nesse sentido, a capacitação contínua dos profissionais de saúde, especialmente nas áreas mais carentes, é crucial para a adequada oferta de CP à população. De acordo com as diretrizes para a organização dos CP no SUS, faz-se necessário fomentar a instituição de disciplinas e conteúdos programáticos de CP no ensino de graduação e especialização dos profissionais de saúde, ofertar educação permanente em CP para os trabalhadores da saúde no SUS(1). A PNPC-SUS contemplará ações de estímulo à educação em CP com incentivo à formação e educação continuada de profissionais da RAS(2). Além do acesso à formação adequada, criar condições de trabalho atrativas e oferecer oportunidades de desenvolvimento contínuo pode melhorar a retenção de profissionais de saúde, assegurando uma prestação sustentável de CP.

Investir em CP demonstra compromisso com a promoção do bem-estar e da qualidade de vida da população, alinhando-se aos princípios fundamentais da Agenda 2030, favorecendo um ambiente propício para o estabelecimento de sistemas de cuidados eficazes. A PNCP-SUS é um passo concreto na direção dos objetivos da Agenda 2030, visto que reconhece a importância crítica do cuidado humanizado e da assistência integral em situações de saúde desafiadoras.

10.1590/0034-7167.2024770601es
Editorial
Política Nacional de Cuidados Paliativos: reflexiones a partir de la Agenda 2030 para el Desarrollo Sostenible
https://orcid.org/0000-0001-9793-7905
Garcia Ana Cláudia Mesquita I
https://orcid.org/0000-0001-9847-6645
Isidoro Geovanna Maria I
I Universidade Federal de Alfenas. Alfenas, Minas Gerais, Brasil
Autor Correspondiente : Ana Cláudia Mesquita Garcia, E-mail: ana.mesquita@unifal-mg.edu.br
La Agenda 2030 para el Desarrollo Sostenible, un plan de acción para las personas, el planeta y la prosperidad, es un plan de acción global adoptado por representantes de los 193 Estados Miembros de las Naciones Unidas, reunidos en la Sede de las Naciones Unidas, en Nueva York, del 25 al 27 de septiembre de 2015. Al alcanzar 17 objetivos sostenibles, la Agenda pretende promover un desarrollo sostenible que tenga en cuenta no sólo los aspectos económicos, sino también los sociales y ambientales. Entre los objetivos de la Agenda, el tercero señala la necesidad de garantizar una vida sana y promover el bienestar para todos en todas las edades. A través de las metas propuestas para alcanzar este objetivo, se advierte el imperativo de buscar mejoras significativas en la prestación de servicios de salud, especialmente en contextos desafiantes, como el de los países en desarrollo. En línea con estos objetivos, destaca la necesidad de incrementar sustancialmente el financiamiento de la salud y fortalecer el reclutamiento, desarrollo, capacitación y retención de profesionales de la salud, con especial enfoque en las regiones con recursos limitados. La implementación efectiva de este objetivo es crucial para garantizar que todas las personas, independientemente de su ubicación o situación económica, tengan acceso a una atención sanitaria adecuada.

En el contexto propuesto por el tercer objetivo de la Agenda 2030 para el Desarrollo Sostenible y sus respectivas metas, se destaca un hecho importante ocurrido recientemente en la historia de las políticas públicas de salud brasileñas: la aprobación de la Política Nacional de Cuidados Paliativos por parte del Ministerio de Salud. El 31 de 2018, se publicó la Resolución nº 41, que establece directrices para la organización de los cuidados paliativos (CP), en el marco de la atención continuada integrada, en el ámbito del Sistema Único de Salud (SUS - Sistema Único de Saúde)(1). En diciembre de 2023, durante una reunión de la Comisión Tripartita Intergestores, la creación de la Política Nacional de Cuidados Paliativos recibió el visto bueno del Ministerio de Salud. Luego, el 22 de mayo de 2024, fue publicada la Ordenanza GM/MS nº 3.681, de 7 de mayo de 2024, que establece la Política Nacional de Cuidados Paliativos - en el ámbito del SUS (PNCP-SUS - Política Nacional de Cuidados Paliativos - no âmbito do SUS)(2). El PNCP-SUS refleja el compromiso de garantizar una vida saludable y promover el bienestar para todos, en todas las edades, al reconocer la importancia de brindar atención digna y compasiva a las personas con enfermedades graves que impactan significativamente la calidad de vida.

Según la Organización Mundial de la Salud (OMS), los CP tienen como objetivo mejorar la calidad de vida de los pacientes y sus familias ante enfermedades potencialmente mortales, mediante la prevención y el alivio del sufrimiento biopsicosocial y espiritual, mediante la identificación temprana, la evaluación y el tratamiento correctos del dolor y otros síntomas angustiantes(3). El CP es una atención holística y activa, dirigida a personas de todas las edades que atraviesan un sufrimiento grave relacionado con su estado de salud (especialmente aquellos que se encuentran cerca del final de la vida), con el objetivo de mejorar la calidad de vida de los pacientes, sus familiares y sus cuidadores(4). Según un estudio realizado sobre la calidad de los cuidados prestados al final de la vida en varios países, Brasil ocupó el puesto 79 en una muestra de 81 países, lo que indica la precariedad de los cuidados al final de la vida en el país(5). Los autores afirman que las restricciones financieras, la falta de reconocimiento de la importancia de este cuidado, la falta de estrategias nacionales para implementar el CP, la limitada integración del CP al sistema de salud del país y, principalmente, la falta de inversión en el área son factores que inciden en la oferta de CP de calidad(5).

Incrementar la inversión en salud es un paso esencial para garantizar que la población tenga acceso a una atención adecuada en todas las etapas de la vida. El CP requiere recursos financieros para garantizar una asistencia de calidad, que abarque profesionales capacitados, medicamentos, equipos e infraestructura adecuada. Al aumentar el financiamiento de la salud, los países en desarrollo pueden asignar recursos específicos a programas de CP, asegurando que estos servicios sean accesibles para todos, independientemente de su estatus socioeconómico. En este sentido, destaca lo ya previsto en la Resolución n° 41 de 2018, indicando que el financiamiento para la organización del CP debe ser objeto de un acuerdo tripartito, observar la planificación y organización de la atención continuada integrada en la Red de Atención a la Salud (RAS - Rede de Atenção à Saúde) (1).

Además, el CP requiere de un equipo multidisciplinar y multidisciplinar. La contratación, el desarrollo y la formación de dichos profesionales son factores vitales para garantizar que exista una fuerza laboral cualificada y capaz de afrontar las complejidades del enfoque de CP. En este sentido, la formación continua de los profesionales sanitarios, especialmente en las zonas más necesitadas, es crucial para la adecuada prestación de CP a la población. De acuerdo con las directrices para la organización del CP en el SUS, es necesario promover la institución de disciplinas y contenidos programáticos en CP en la educación de pregrado y especialización de los profesionales de la salud, ofreciendo educación permanente en CP para los trabajadores de la salud del SUS(1). El PNPC-SUS incluirá acciones para incentivar la educación en CP con incentivos para la formación y educación continua de los profesionales de la RAS(2). Además del acceso a una formación adecuada, la creación de condiciones laborales atractivas y la oferta de oportunidades de desarrollo continuo pueden mejorar la retención de los profesionales sanitarios, garantizando un suministro sostenible de CP.

Invertir en CP demuestra el compromiso de promover el bienestar y la calidad de vida de la población, alineándose con los principios fundamentales de la Agenda 2030, favoreciendo un entorno propicio para el establecimiento de sistemas de cuidados eficaces. El PNCP-SUS es un paso concreto hacia los objetivos de la Agenda 2030, ya que reconoce la importancia crítica de la atención humanizada y la asistencia integral en situaciones de salud desafiantes.
==== Refs
REFERENCES

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2 Ministério da Saúde (BR) Portaria GM/MS Nº 3.681, de 7 de maio de 2024 [Internet] 2024 cited 2024 Aug 10 Available from: https://ses.sp.bvs.br/wp-content/uploads/2024/05/U_PT-MS-GM-3681_070524.pdf
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